ADULTOS PODEM SE VACINAR CONTRA O HPV?

ADULTOS PODEM SE VACINAR CONTRA O HPV?

A vacina protege contra quatro tipos de papilomavírus humano (HPV), que também são os mais comuns: dois (tipos 16 e 18) com alto risco de câncer, especialmente câncer de colo do útero; e dois (tipos 6 e 18) tipo 11) causa verrugas genitais benignas, como condiloma acuminado.

No SUS, são aplicadas duas doses da vacina contra o HPV para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Populações imunossuprimidas, como pacientes com HIV/AIDS, em tratamento de câncer e receptores de transplantes, também têm acesso gratuito à vacina. Nesse caso, o esquema é de três doses, podendo tomar a vacina mulheres imunossuprimidas até 45 anos e homens imunossuprimidos até 26 anos. Esses pacientes precisam apresentar a prescrição da vacina.

Ao imunizar contra o HPV, o organismo saudável começa a se proteger do vírus antes de uma possível infecção, ou seja, a vacina não é utilizada como tratamento, mas sim como prevenção. Não há tratamento específico para o vírus HPV, mas as lesões são tratadas caso a caso. O ideal é se vacinar na idade recomendada, entre 9 e 14 anos, pois é mais eficaz para pessoas que não foram expostas ao vírus antes de iniciarem a atividade sexual.

Em clínicas particulares, a vacina quadrivalente é disponibilizada para:

  • Meninas e mulheres de 9 a 45 anos;
  • Meninos e homens de 9 a 26 anos.

 Os valores chegam à faixa dos R$ 1.000 pelas duas doses.

  

Fonte: [https://drauziovarella.uol.com.br]

Últimas Notícias

Dois em cada três pacientes com câncer estão desnutridos
Dois em cada três pacientes com câncer estão desnutridos

O paciente volta para o segundo ciclo de quimioterapia com seis quilos a menos. A equipe registra a perda,

Mamografia a partir dos 40 anos: o que mudou no SUS
Mamografia a partir dos 40 anos: o que mudou no SUS

Em outubro, a pergunta chega em todo posto de saúde do país: "tenho 42 anos, posso fazer a mamografia?"

Neuropsicologia: o que os testes não dizem sozinhos, e por que a interpretação clínica faz toda a diferença
Neuropsicologia: o que os testes não dizem sozinhos, e por que a interpretação clínica faz toda a diferença

É cada vez mais comum famílias chegarem a um consultório pedindo, quase como um pedido de exame de sangue, um teste de QI ou uma avaliação neuropsicológica