Publicado em: 10/05/2019


Que a economia do país anda – já há algum tempo – beeem inconstante, todo mundo já percebeu, confere?

Oscilações, incertezas, dúvidas. 

E assim vão sendo reduzidos os investimentos em geral, o que origina o “encolhimento de atividades” nas empresas, desagua em cortes nas folhas de pagamento e culmina no aumento dos índices de desemprego que temos visto.

Pois é, com o intuito de mudar este quadro,um fundo de investimentos criado pelo ganhador do Nobel da Paz de 2006 passou a atuar no Brasil. Muhammad Yunus criou um banco de microcrédito em Bangladesh que ajudou a tirar milhões de pessoas da pobreza. A ideia se espalhou pelo mundo e "desembarcou" aqui em 2012. O intuito é oferecer suporte financeiro para  microempresas que demonstrem interesse em reduzir o profundo problema social que o país enfrenta nestes tempos difíceis.

O sistema criado atua em uma parte importantíssima, fundamental para aqueles que buscam por um posto no mercado de trabalho: ensina essas pessoas a se comunicarem adequadamente.

Se informação é poder, comunicação é ter os recursos pessoais necessários para alcançá-lo, certo?

Pois é.

A plataforma em questão corrige textos e ensina o (a) aluno (a) a escrever.

Preço por redação?

R$4,00.

A plataforma foi criada – em 2016, com investimento de R$50 mil – pelo historiador Otávio Pinheiro. Ele conseguiu muito mais do que a adesão de interessados, entrou no radar de um fundo de investimento que apoia negócios com impacto social. Do primeiro contato até a assinatura do contrato foi um pulo. E a empresa brasileira recebeu investimento de 150 mil reais.

As aulas são online e quem já faz uso garante: é muito acessível para pessoas que buscam por uma faculdade, por exemplo, mas têm dificuldade com a escrita e não dispõem de recursos financeiros para investir em cursos.

Para os que têm vontade de entrar nesta cruzada a favor da Educação no Brasil, vale saber que qualquer pequeno negócio de impacto social pode se candidatar a receber investimento.

A avaliação dos escolhidos considera características como a urgência do problema social que o (a) empreendedor (a) vai resolver, a solidez do modelo de negócio, a escalabilidade da solução (se o negócio pode ser replicado em várias regiões) e, por fim, o perfil do (a) empreendedor (a).

Se você conhece algum (a) microempresário (a) que deseje minorar o grande problema social que o Brasil enfrenta fale sobre essa ideia. Agora se é você esta pessoa entre em contato com a Artemisia (https://artemisia.org.br/) – organização sem fins lucrativos pioneira no apoio a negócios de impacto social no Brasil – e pode se candidatar já!

A Educação brasileira agradece!


[Fonte: G1 // PE&GN]