Acredita que traumas emocionais e físicos podem favorecer o desequilíbrio sistêmico, causando doenças à distância.
Na Terapia Neural, as cicatrizes no corpo, podem estar conectadas a lembranças de traumas que devem ser “deletadas”.
A terapia complementar utiliza um anestésico (preferencialmente lidocaína ou procaína) que é injetado em uma parte específica do corpo ou na área da boca.
Este efeito pode ser expresso através da modulação do sistema nervoso autônomo (SNA) e da polaridade da membrana celular (já que em áreas patológicas, a polaridade da membrana alterada/diminuída), melhorando a microcirculação, desobstruindo cicatrizes (repolarização celular) e induzindo a autorregulação do paciente.
A aplicação da substância atua na memória celular sendo bastante útil para a diminuição dos campos de interferência das cicatrizes, “apagando a memória associativa do trauma”.
Por fim, na área oral, a neuroterapia pode ser utilizada para neutralizar cicatrizes, pesquisar áreas de interferência e focos de aspectos diferenciados e auxiliar na condução e na progressão de tratamentos.
[Fonte: lebenklinik.com.br]
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