À medida que a tecnologia avança, sentimos que tudo está a apenas um clique de distância. Carros autônomos, relógios inteligentes que podem medir sinais vitais e casas inteligentes são apenas alguns exemplos do que a tecnologia pode fazer.
Quando pensamos em saúde, o que antes parecia tão difícil e arriscado agora é realizado por médicos e enfermeiros todos os dias. Especialmente no contexto da pandemia de Covid-19, os cuidados de saúde aumentaram e também a combinação destes dois campos na procura de tratamento.
Segundo o Serviço Nacional de Saúde Suplementar, as buscas por planos de saúde aumentaram mais de 1 milhão a partir de março de 2022. Em relação a abril do ano passado, o aumento foi de 3,18%.
A questão é que com um aumento significativo de usuários, o sistema pode travar. Com o apoio da tecnologia, o diagnóstico pode ser acelerado e um melhor tratamento proporcionado. Essa melhoria coloca o paciente no centro do processo, permitindo o acesso a serviços de maior qualidade para melhorar a saúde da população.
A Inteligência Artificial, já implementada em dispositivos como Siri e Alexa, pode ser uma ferramenta útil para diagnósticos de busca, fornecendo análise simultânea de dados, referências cruzadas e processamento de informações em alta velocidade. Dessa forma, se algum valor estiver acima do normal, o paciente descobrirá mais rapidamente e o médico investigará.
Pesquisadores do Centro Nacional de Integração Tecnológica e Manufatura dos Serviços de Aprendizagem Industrial (SENAI CIMATEC) criaram uma técnica que pode identificar vestígios que indicam contaminação pela Covid-19. Atualmente, o recurso é utilizado no Hospital MedSénior no Espírito Santo, principalmente para idosos.
Este exemplo de incorporação de inteligência artificial na medicina é apenas a ponta do iceberg. Além de proporcionar uma forma de pensar nova e mais integrada, os benefícios incluem a melhoria da qualidade de vida, redução de custos e minimização de danos e sofrimento para os usuários.
[Fonte: https://lorena.r7.com]
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