Esses familiares muitas vezes carecem de preparo emocional, físico e técnico para lidar com essas atividades. Muitas vezes, eles se ofendem com as mudanças de comportamento observadas, entram em conflito com seus valores, abandonam o autocuidado rotineiro, socializam, aumentam o foco em questões financeiras e até sentem vergonha de perceber seu esgotamento.
A neuropsicóloga Laiss Bertola, pesquisadora do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP) O ReNaDe (Relatório Nacional de Demências), observou que os cuidadores muitas vezes são “pacientes invisíveis”, pois focam mais no idoso e menos em quem cuida dele.
Rosana Alves, psicóloga, neurocientista e diretora do Instituto defende que é importante que esses cuidadores participem de grupos de apoio.
[Fonte: UOL // Viva Bem]
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