O que o mundo do trabalho deve esperar de 2023?

O que o mundo do trabalho deve esperar de 2023?

A grande pergunta é: o que esperar do ano novo que vem aí?

Pesquisas e especialistas indicam que, com a quebra de paradigmas relacionados ao trabalho a distância, a guerra por talentos aumentou de maneira bastante considerável.

E a consequência – natural até – é que muita gente tem afirmado que toparia trabalhar, remotamente, em uma empresa de outra cidade, do Brasil ou até de outro país.

Pois é, para 2022, a primeira lição é que o mercado tornou-se sem fronteiras e para segurar – ou atrair – talentos, empregadores vão precisar reforçar seus planos.

Falando em atuação remota, depois do “episódio Pandemia”, esta forma de prestação de serviço deixou de ser benefício. É fato: trabalho à distância consolidou-se como um modelo de operação, definitivamente não é mais uma vantagem pontual e esporádica.

A  saúde mental dos colaboradores também passa a ser uma das prioridades máximas das empresas. 

Um estudo realizado, recentemente, pela The School of Life (sobre inteligência emocional e saúde mental no ambiente de trabalho) constatou que, neste período de pandemia, mais da metade dos profissionais – entre líderes e liderados – deixou de produzir (ou de se engajar) em algum momento, por se sentirem emocionalmente abalados. 

A mesma pesquisa observou que 53% dos líderes acreditam que seus colaboradores estão mais suscetíveis a crises de estresse, ansiedade e burnout.

Isso quer dizer que – considerando que o sucesso do negócio também depende da mente e da inteligência dos profissionais – fica claro que saúde mental também é um assunto corporativo.


[Fonte: Exame.com] 

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