Inovação no mercado de trabalho: a geração Z pensa menos em dinheiro e sonha mais com empresas que defendam causas

Quais serão as diferenças – no que tange a propósitos profissionais – se avaliarmos todas essas pessoas?
Especialistas da área de RH contam que as gerações X e Y estavam mais focadas em dinheiro e carreira. Já a geração Z (ou seja, os jovens de 20 e poucos anos) quer trabalhar com projetos com as quais se identificam. Querem companhias sustentáveis, que tenham uma causa pela qual lutar.
Para ter uma ideia bem clara do que desejam – profissionalmente falando – aqueles que têm entre 17 e 26 anos e estão perto de concluir a graduação (logo, quase chegando ao mercado de trabalho), a Cia de Talentos resolveu realizar um estudo com 65.833 jovens de todo o Brasil. Eles responderam aos questionamentos via Internet.
O resultado indicou que, no ranking das empresas que eles sonham em trabalhar, o Google ocupa o primeiro lugar. Motivo? A respostas convergiram para a ideia de que, sendo um oceano azul de possibilidades, a gigante da tecnologia deixa seus colaboradores livres para que possam alcançar seus próprios resultados.
Interessante, não?
No rol de empresas ambicionadas pela geração Z para iniciar a carreira, o Google é seguido por Petrobras, Nestlé, Ambev e ONU.
Petrobras?
Sim!
Mas os recentes escândalos envolvendo a petroleira não afastaram o interesse dos jovens em trabalhar lá?
Não.
O fato de a Petrobras estar trabalhando pelo aperfeiçoamento de suas práticas de gestão para evitar práticas ilícitas é vista como um fator de atração.
Bacana ter esta radiografia do mercado em mãos, não?
O ranking das empresas dos sonhos dos jovens está em sua décima sexta edição.
[Fonte: https://brasil.elpais.com]
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