"Hemofilia: Entenda o distúrbio genético que afeta a coagulação sanguínea"

"Hemofilia: Entenda o distúrbio genético que afeta a coagulação sanguínea"

Este distúrbio ocorre quando o corpo não possui proteínas específicas, conhecidas como fatores de coagulação, em quantidade suficiente para permitir a formação adequada de coágulos sanguíneos.


Normalmente, quando uma pessoa se fere e começa a sangrar, uma série de reações bioquímicas são disparadas para que as proteínas entram em ação e estanquem o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação. No entanto, em indivíduos com hemofilia, a ausência ou deficiência dessas proteínas resulta em sangramentos mais intensos e prolongados.


A hemofilia é uma condição crônica, o que significa que é uma condição de longo prazo sem cura conhecida até o momento. No entanto, com o tratamento adequado, a maioria das pessoas com hemofilia pode levar uma vida saudável e normal.


Embora a hemofilia seja uma condição genética que ocorre em famílias, cerca de 1/3 dos casos são causados por uma mutação genética espontânea. Como resultado, a hemofilia pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar da doença.


No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, estima-se que existam cerca de 12.000 pessoas com hemofilia. O país é referência na assistência à hemofilia, sendo um dos únicos do mundo a oferecer tratamento integral e gratuito aos portadores da doença através do Sistema Único de Saúde (SUS). O tratamento inclui desde a oferta de medicamentos até a realização de cirurgias e acompanhamento multidisciplinar, incluindo fisioterapia e assistência psicológica.


Referência: Ministério da Saúde do Brasil

Últimas Notícias

Dois em cada três pacientes com câncer estão desnutridos
Dois em cada três pacientes com câncer estão desnutridos

O paciente volta para o segundo ciclo de quimioterapia com seis quilos a menos. A equipe registra a perda,

Mamografia a partir dos 40 anos: o que mudou no SUS
Mamografia a partir dos 40 anos: o que mudou no SUS

Em outubro, a pergunta chega em todo posto de saúde do país: "tenho 42 anos, posso fazer a mamografia?"

Neuropsicologia: o que os testes não dizem sozinhos, e por que a interpretação clínica faz toda a diferença
Neuropsicologia: o que os testes não dizem sozinhos, e por que a interpretação clínica faz toda a diferença

É cada vez mais comum famílias chegarem a um consultório pedindo, quase como um pedido de exame de sangue, um teste de QI ou uma avaliação neuropsicológica