Dor lombar tem muitas causas e afeta 7 em cada 10 pessoas

Dor lombar tem muitas causas e afeta 7 em cada 10 pessoas

Desde 2017, o American College of Physicians (ACP, na sigla), a segunda associação médica mais importante dos Estados Unidos, desencorajou a medicação como o primeiro passo no tratamento desse tipo de dor nas costas. A recomendação, voltada para especialistas e população em geral, é uma estratégia para reduzir o uso indevido de prescrições e o consumo de opioides, uma classe de analgésicos potentes que podem levar ao vício.

Mas e se a dor for muitas vezes tão intensa que dificulta a realização ou dificulta o desempenho das atividades diárias?

Compreender a causa do desconforto é a melhor forma de encontrar a solução ideal para todos. A partir daí, analgésicos podem fazer parte do tratamento. Mas o ideal é sempre usá-lo sob prescrição de um especialista, ao invés de se automedicar.

Seja aguda ou crônica, o tratamento da lombalgia geralmente segue um padrão: começar com repouso para evitar pressionar a área dolorida, depois usar analgésicos ou anti-inflamatórios e completar a reabilitação com fisioterapia, se necessário. Por exemplo, quando a lombalgia é causada por problemas posturais, desvios da coluna (como escoliose ou lordose excessiva) ou hábitos de vida (sentada ou em pé por longos períodos), a pessoa recebe fisioterapia e melhora. Mas se a causa for uma hérnia de disco, o que é comum, o desconforto vai melhorar, mas pode recorrer e evoluir. As massagens podem ser ótimas coadjuvantes quando a origem da dor lombar é a musculatura, mas não atuam no processo inflamatório quando esta é a causa da dor.


 [Fonte: UOL // Viva Bem]

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