Dia Nacional do Riso

Dia Nacional do Riso

A sabedoria popular afirma que o riso é o melhor remédio para todos os tipos de doenças, e não é sem razão. Aliás, é um "medicamento" é algo que a ciência vem estudando e, embora ainda não saiba exatamente o que acontece no cérebro quando você está rindo, já está comprovado seu efeito no sistema imunológico.

Outra consequência comprovada é a liberação de endorfinas, hormônios que, entre outras coisas, reduzem a sensibilidade à dor, aumentam o caráter e a resistência física e mental, melhoram a memória e o bom humor. A resposta continua: a oxigenação do sangue e do cérebro é alta, assim como a frequência cardiopulmonar. E ainda trabalha o diafragma e os músculos abdominais, da face, das pernas e das costas.

A pesquisadora Joanna de Ângelis nos incentiva a colocar a alegria em ação como fonte de saúde e bem-estar, dizendo: "Pessoas felizes que cumprem suas funções, sabem mudar situações difíceis, dão cor e beleza, superam obstáculos e promovem o sucesso de qualquer empresa.

Adicione um toque de alegria às suas conquistas e elas brilharão e atrairão outras pessoas que ficarão felizes em ajudá-lo, estar com você e participar de suas tarefas.

Você sabia que a ciência endossou a terapia do riso? isso mesmo! O ditado popular "rir é o melhor remédio" é justificado, e está cientificamente comprovado que sorrir ajuda na recuperação de doenças, incluindo doenças graves como o câncer.

Conceição Trucom, química, cientista, palestrante e autora sobre o tema para bem-estar e qualidade de vida, disse: “O bom humor ativa rapidamente o sistema imunológico, que previne doenças e produz saúde, ativa também rapidamente o sistema imunológico.

Assim, o bom humor atrai oportunidades e abre portas.

Nós, da UCAM, desejamos um dia de muitos risos pra você!



[Fonte:  https://santarem.pa.leg.br/


Últimas Notícias

Dois em cada três pacientes com câncer estão desnutridos
Dois em cada três pacientes com câncer estão desnutridos

O paciente volta para o segundo ciclo de quimioterapia com seis quilos a menos. A equipe registra a perda,

Mamografia a partir dos 40 anos: o que mudou no SUS
Mamografia a partir dos 40 anos: o que mudou no SUS

Em outubro, a pergunta chega em todo posto de saúde do país: "tenho 42 anos, posso fazer a mamografia?"

Neuropsicologia: o que os testes não dizem sozinhos, e por que a interpretação clínica faz toda a diferença
Neuropsicologia: o que os testes não dizem sozinhos, e por que a interpretação clínica faz toda a diferença

É cada vez mais comum famílias chegarem a um consultório pedindo, quase como um pedido de exame de sangue, um teste de QI ou uma avaliação neuropsicológica