Brasileiros e Demência

Brasileiros e Demência

Estudo epidemiológico realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade de Queensland, na Austrália, revelou que, em três décadas, cresceu – exponencialmente – o número de casos e as taxas de mortalidade atribuídas às demências no Brasil.

De acordo com os prognósticos dos estudiosos, se medidas efetivas de prevenção não forem adotadas, a doença de Alzheimer, responsável por sete em dez casos de demência, pode quadruplicar na população brasileira até 2050.

Pacientes com Alzheimer ouvidos na pesquisa referiram pior qualidade de vida – tanto no âmbito físico quanto no emocional – sofrendo mais com quadros de solidão, depressão e tristeza.

"Dois em cada três idosos relataram que se sentiam deprimidos ou tristes na maior parte do tempo", destaca Natan Feter, um dos autores do estudo, pesquisador da Universidade de Queensland e da UFPel.

Segundo os pesquisadores, para enfrentar este cenário, será necessário o investimento no cuidado interdisciplinar com fins de abrandamento de constância e potência dos sintomas dos pacientes, com reflexos na redução da necessidade de hospitalização e na melhoria da qualidade de vida do paciente e de seus cuidadores.



[Fonte: Viva Bem // UOL]


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