No nono mês do ano, as mais variadas instituições se mobilizam em ações variadas de celebração do ato de viver. É dessa forma que pessoas, coletivos, entidades, órgãos de saúde, bem como a sociedade em geral, recebem o alerta e têm a chance de participar de ações que deixam mais visível a necessidade de falar sobre o suicídio e a saúde mental.
Sim, suicídio. O assunto é tabu e, por isso mesmo, fala-se muito pouco sobre ele.
Mas a abordagem é mais do que necessária e urgente. Estatísticas dão conta de que, no mundo inteiro, cerca de uma pessoa se mata a cada 40 segundos. No Brasil, o suicídio é a quarta causa mais comum de morte de jovens.
Pois é, o assunto é cercado de restrições, mas é inadiável que ultrapassemos alguns bloqueios para falarmos sobre ele. É de amplo conhecimento que a mídia evita a referida abordagem por medo de aumentar os números, as pessoas refreiam o debate por medo do assunto em si e o que acaba acontecendo é que o diálogo necessário termina por ser cortado.
Basta ligar para 188. O atendimento é anônimo e realizado por voluntários que guardam sigilo. Também é possível acessar o chat online, enviar um e-mail ou ir a um dos postos de atendimento físico.
Vale, ainda, registrar que, em geral, suicídios são planejados e as pessoas dão sinais. Elas avisam e pedem por ajuda de maneiras conscientes e inconscientes. Reconhecer estes sinais e ofertar apoio pode prevenir uma tentativa e começar um caminho de superação do sofrimento.
[Fonte: minutosaudavel.com.br]
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