Publicado em: 06/06/2019


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Quando você vai à farmácia e o (a) funcionário (a) de lá te mostra a versão genérica do medicamento que você procura, qual a sua reação?

Aceita a sugestão e leva o remédio mais barato, porém, “sem marca”, ou, desconfiado (a), acha que, por ser mais barato, não vai fazer efeito e termina por comprar o medicamento-referência mesmo, muito mais caro?

Se você respondeu que duvida da efetividade dos similares saiba que não está sozinho (a). Mesmo sendo comercializados no Brasil há cerca de 20 anos – e tendo a garantia de médicos e farmacêuticos de que funcionam exatamente igual ao "produto original" – os remédios genéricos ainda levantam suspeitas.

O que é preciso entender é que o preço baixo não significa baixa eficácia. Os genéricos contêm o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica que as versões com marca (originais).

Tá, mas e por que, então, eles são, por vezes, muito mais baratos?

Já vamos te explicar...

Tudo começou com a Lei dos Genéricos (9.787/1999) que prevê que as patentes dos remédios de marca durem apenas 20 anos. Passado este período, seguindo as instruções da lei, qualquer laboratório pode criar medicamentos com a mesma formulação, mas sem precisar investir dinheiro em pesquisas ou testes.

É exatamente este o motivo de os genéricos chegarem mais baratos à farmácia. Eles não precisam de pesquisa!

Nasceram da necessidade de a população dispor de medicamentos mais acessíveis e são tão eficientes quanto os “de marca”.

Pode confiar!


[Fonte: UOL // Viva Bem]