Publicado em: 23/05/2019


Tudo bem que dinheiro, hoje, para a maioria dos brasileiros, não é um artigo que esteja – como vamos dizer – sobrando, certo?

Muito pelo contrário, a julgar pelas filas de desempregados que vemos por aí, a moeda que compra os itens necessários para a nossa subsistência anda é em falta. Muito em falta, aliás. 

Maaasss, suponhamos que você conseguiu – de forma suaaadaa – guardar um dinheirinho

Embaixo do colchão ele não vai render nada, certo?

Logo, onde seria melhor investir?

Vamos adivinhar o que você respondeu aí...

Começa com “p” e termina com “oupança”.

Natural, há anos que o brasileiro tem este investimento como sinônimo de “segurança patrimonial”.

Pois é, mas, apesar de ser muito seguro e não pagar IR, o investimento em questão tem rentabilidade muito, muito baixa. Pode ser até inferior ao IPCA, a taxa de inflação.

Significa dizer que – a depender do “andar da carruagem da Economia” – investir na poupança pode ser igual a perder dinheiro. Ufss!!

Mas será que existem outros tipos de investimentos, tão seguros quanto, porém, mais vantajosos?

Existem! E nós reunimos dicas – valiosas – de especialistas em Economia para te passar, vem ver...

Você pode escolher, por exemplo, o Tesouro Direto.

Já ouviu falar dessa aplicação, certo?

Muitas pessoas têm saído da caderneta de poupança para aplicar no TD por conta da oferta de melhor liquidez real, possível por não existir um “aniversário de rendimento”. Seu emissor é o Governo Federal, o que o torna bastante seguro, e é bem acessível a todos porque pode-se começar a investir com um valor mínimo de R$100,00.

Tem, também, o CDB (Certificado de Depósito Bancário). Ótima alternativa à poupança é muito recomendado por conta de sua simplicidade, tanto para iniciantes quanto para investidores mais experientes.

Você também pode optar por LCI e LCA. Traduzindo, trata-se de Letras de Crédito do Agronegócio e Imobiliária. São formas de capitalizar segmentos do mercado com dinheiro dos investidores. Tais aplicações contam com incentivo do Governo, sendo – então – isentos da cobrança de Imposto de Renda. É importante ter bem claro que não são, necessariamente, mais frutíferos, porém, ainda assim, constituem boas alternativas para a poupança.

Uhmm, ainda tem a Letra de Câmbio! Oferece ótimas possibilidades de lucro, maaaass – é bom que você saiba – não é isenta do Imposto de Renda, viu? Mas costuma valer a pena porque possui taxa de renda bem competitiva, o que a torna – a médio prazo – bem mais interessante do que a poupança. 

Bom, estas foram apenas algumas dicas que reunimos para você. 

Para fazer suas aplicações direitinho e fazer seu patrimônio crescer vale bater aqueeelee papo esclarecedor com seu gerente do banco ou entrar em contato com uma corretora devidamente cadastrada na BM&FBovespa (confira antes de se aventurar).

Mas, se antes de dar este passo, você deseja entender melhor do assunto, deixamos aqui – de acordo com os especialistas do setor – as perguntas que você deve se fazer antes de começar uma aplicação:

- Quando desejo resgatar o dinheiro investido (curto, médio ou longo prazo) ?; 

- De quanto disponho para investir?;

- Consigo fazer contribuições (ou aportes) mensais? De quanto?;

- Qual nível de risco consigo suportar (risco, aqui, significa a possibilidade do investimento não render, em “x meses” o que você estava imaginando, podendo, até, apresentar taxa negativa)?

É mais ou menos por aí.

Agora que você já tem um “certo caminho das pedras”...boa sorte nos investimentos!


[Fonte: https://blog.rico.com.vc]