Publicado em: 07/02/2019


Pois é, o título já disse tudo. Vamos falar sobre transplante de excremento humano, o popular cocô.

Aff!

Vai vendo...

Cientistas da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, decidiram analisar estudos já realizados sobre transplantes fecais (sim, isso já é feito há algum tempo!) e – acredite – eles têm certeza de que descobriram o motivo de o cocô de certos doadores produzir melhores resultados do que outros.

Eis os “super doadores” de cocô!

Mas...gente...!!

Tá bom, vai, vamos às explicações para o tema...escatológico.

É que existe um procedimento em que fezes e micróbios são retirados de um intestino saudável e usados para melhorar a saúde de ouuutroo intestino.

Urgghhss! Eca!

É, é verdade.

Tal....ãhm....transferência...transformou-se em tratamento super eficaz para infecções ocasionadas pelo bacilo Clostridium difficile, que causam diarreia e dor abdominal.

O recurso também é útil para o tratamento de colite ulcerativa, uma doença inflamatória intestinal, associada ao microbioma (bactérias, vírus e fungos) do intestino.

Em artigo publicado na revista Frontiers in Cellular and Infection Microbiology, o cientista Justin O'Sullivan e colegas apontaram que o cocô de um superdoador pode apresentar maior diversidade de micróbios, ajudando na recuperação de intestinos não saudáveis.

Porém, eles destacaram que é fundamental a compatibilidade entre o doador e o receptor. A alimentação dos envolvidos no processo precisa ser analisada antes do procedimento, visto que esta é responsável pelo molde da comunidade de micróbios no intestino.

Olha, como a gente não pode escrever um palavrão aqui, vamos ficar com o “puuuuxaaa viiidaaaa”, você já tinha ouvido falar em transplante de cocô???


[Fonte: Folha Diferenciada]